sábado, 8 de dezembro de 2007

por Martha Galrão


De moderna não tenho nada.
Nem quero ter.
Quero ter é tempo,
quando menstruar,
esperar o sangue correr,
formar uma poça,
fazer desenhos
e escrever promessas de mulher.


Martha Galrão

13 comentários:

José Calvino disse...

Poetamiga Marthinha,
Alguns versos são viscerais e fortes, demais... Você é mulher, mulher!!!
Linda poesia!
Beijos,

Calvino
Recife

Gabriele Fidalgo disse...

Uau, Martha, que visceral!!

Não tem como não adorar.
Parabéns!


beijo

Paulo Bono disse...

boa, mulher.

Paulo D'Auria disse...

Caramba, Martha!
Poesia pura, escrita com tinta primeira, primordial!

Beijos

SAMANTHA ABREU disse...

adorei.
adorei.
voltemos a ser apenas mulheres,
pura e simplesmente.
Não é?!

beijos, martinha!

Fabrício Fortes disse...

rápido e rasteiro..
gostei.
belo poema

Wagner Marques disse...

ah, os poemas por aqui floram...

forte abrço.

Jota disse...

Poesia escarlate. Visceral, ainda que singela.

Gostei, ó.

Casulo Temporário disse...

que lindo, Martha! Incisivo, visceralmente sintonizado.
e quanto ao livro, espero em breve convidar você pro lançamento.
Abraço!

Lais Mouriê disse...

Façamos a poesia com a nossa mais pura tinta!!!! E sairá assim: maravilhosa!

Bjos, querida

KIMDAMAGNA disse...

Quem explicará a essência
Das subtis complexidades?

Ludmila disse...

Hum... adorei!

anjobaldio disse...

Adorei isso.