sábado, 19 de abril de 2008

Meu silêncio
fala de desertos e
inexplicáveis pássaros
que se apagam
e redesenham-se
em carne de sonho
e areia.
O vento
é meu canto de sereia.

Martha Galrão

5 comentários:

José Calvino disse...

Poetamiga Marthinha,

Cada verso, com o vento, você determina um movimento. E no fim: Belas sereias... "O vento
é meu canto de sereia."
Muito bonito, baiana.
Beijos do,
Calvino
Recife

Dolfo disse...

Divino poema! Clap! Clap!

Fabricio Fortes disse...

lindo!
gosto muito da maneira direta e singela que tu escreves..

Paulo D'Auria disse...

"Carne de sonho e areia", matéria prima da poesia!

Lindo, sereia!

Beijos

Dolfo disse...

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