sábado, 26 de abril de 2008

Sil Falqueto


No manto azul marinho
bordado de estrelas
eu bordo você
ao alcance da minha boca

Invento um bacuçu
um rio
e brisa
(e um vagalume
criando estrelas)

À flor da pele
grãos de areia
e nuvens.

Martha Galrão


9 comentários:

bossa_velha disse...

tão lindo.

José Calvino disse...

É de uma lindeza quase indescritível esse imaginário manto
azul bordado de estrelas..."
Poeticamente Marthinha, você descreve e borda tão bem a cena com tanta intuição e maestria, que desperta ao leitor à beleza poética descrita nos seus versos.
Parabéns, poetamiga!
Beijos do,
José Calvino
Recife

Thiago Quintella disse...

Bordando as estrelas, dessa maneira poética, é que devem ter desejado dar nomes às estrelas e constelações! Ou nada disso! hehe

Clóvis Campêlo disse...

A tua poesia é tão cósmica quanto as estrelas do céu e os grãos de areia do mar. É feita do mesmo material e substâncias. Por isso sempre nos encanta, embora nem sempre nos desvende todos os mistérios da tua alma.

KARLA JACOBINA disse...

Simples assim e belíssimo desse jeitinho.

Beijo, Marthinha.
Karla Jacobina

Paulo D'Auria disse...

Amei a idéia do vagalume criando estrelas!

Beijos

Dolfo disse...

Poema tão bom de imagens que nem precisava de mais esta tão bela.

Fabricio Fortes disse...

que coisa mais bonita!
é o tipo de poesia que me agrada.

Conceição Pazzola disse...

Que poema tão doce e tão lindo, Marthinha.
Beijos,

Conceição