terça-feira, 27 de maio de 2008

Análise, por Samantha Abreu

foto de Cig Harvey
.
.
- Porra, doutor, eu só gostaria de ser diferente...
- Como assim? Diferente em quê?
- Sei lá... eu queria ser a Elis Regina.
... Fazer o que gosto, falar o que penso, ser como quero. E ainda ganhar dinheiro com isso. Ga-nhar-di-nhei-ro-com-is-so. Quero vestido roxo, música de negro. Não gosto desse mundo, dessa futilidade e dessa droga de superficialidade que me cerca. Saca?

- E por que você não faz tudo isso, minha querida?
- Porque sou apenas mais uma Maria, doutor, e sem Rita. Apenas uma Maria.
.
.

6 comentários:

F. Reoli disse...

O simples pode mesmo ser visto como o mais importante...

F. Reoli disse...

Ah, te beijo...rs

Salve Jorge disse...

Uma vez um sábio me disse
"É som de preto
De favelado
Mas quando toca
Ninguém fica parado"
E eu abismado
Com as palavras do tal sábio
Procurei algum sentido naquilo tudo
E segui mudo
Com meu absurdo...

Paulo D'Auria disse...

Maria sem Rita, mas com Samantha!
Ótimo!

Beijos

Grazielle disse...

Uahahahahhaha

Maria, maria, como o pé na realidade...

Mto legal!

Juliana disse...

tomei a liberdade de colocar no meu perfil do orkut
com a autoria, claro


gostei um tanto, sabe?
beijo