sábado, 6 de dezembro de 2008

Fiquei em casa
olhando a lua
Entre eu e ela
tela, parede
e lonjura.

Quero alcançá-la
com a mão
Quero deitar
em seu chão
Nessa peleja impossível
tristeza e solidão.

Martha Galrão

9 comentários:

Clóvis Campêlo disse...

Tristeza e solidão não combinam com o céu da Bahia, o mar azul da Bahia (Salve Iemanjá e Nossa Senhora da Conceição), a tez baiana morena que nos encanta e alivia.
Tristeza e solidão não combinam com os teus versos.
Não te quero prisioneira, baiana.
Abaixo os grilhões que te forjaram.
Uma chuva de estrelas prateadas para ti!

Clóvis Campêlo disse...
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José Calvino disse...

Querida Marthinha,
Suas poesias são muito boas, pois mexem com nossas tristezas e solidão, nos levando à reflexão.
Gostei muito.
Bom domingo para todaos.
Beijos do,
Calvino

MARIAESCREVINHADORA disse...

Lindo, Martha. A lua desperta melancolia aos poetas, sim.
E disseste com maestria.
Beijo,

Conceição

Silvia Falqueto disse...

Olá.

Olha, ao mesmo tempo em que me sinto elogiada pelo uso da minha obra como imagem (e agradeço pelos créditos), gostaria de esclarecer que essa não é uma imagem isenta de copyright. Queria pedir que entrem em contato comigo antes de qualquer uso de imagens de minha propriedade ou autoria, até porque algumas são representadas por terceiros, o que pode causar problemas legais para você e para mim. Não é maldade, eu vivo disso, e não custa escrever antes perguntando. Obrigado.

Sil Falqueto

. disse...

Tão bonito e tão... impossível...

Salve Jorge disse...

Vou avisar a lua
Que ela deve ser sua
Pois se não
Ela se verá nua
Crua de inspiração...

Clóvis Campêlo disse...

Quando a saudade apertar, vou-me embora pra Passargada. Lá, não sou nem amigo e nem inimigo do Rei. Apenas curto a viagem. Antes passo no Pina e Guaibim para ouvir os peixes e os pássaros. Vem comigo?

Clóvis Campêlo disse...
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