terça-feira, 16 de dezembro de 2008

No final, a Droga, por Samantha Abreu

Se, no final, a porra é sujeira,
de que vale o prazer?
Todo fim, cara no espelho,
e o diálogo com si mesma:
-Estúpida!

Porque eu me faço demente
e aceito o sonho
como único
universo a que pertenço.
Mas não sei andar em nuvens.

Se, no final, a euforia é o vício,
de que vale a droga?
Todo fim, corpo em pedaços,
e na reconstrução para o amor:

-Seu Cabaço!

2 comentários:

José Calvino disse...

É isso aí, Samantha!
Realmente, o vício é uma porra!,rsrs... O uso da droga é uma verdadeira fraqueza do ser humano. É prejudicial para a pessoa e a sociedade como um todo.
Beijos do,
Calvino
Recife

Salve Jorge disse...

Droga
Pra quem roga
Nada
Mas se fula
Pula
De braçada
Se joga
Logo
Se afoga
Recapitula
A vontade adula
E fogo.. fogo...