quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

por Clara Arôxa

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Vezenquando teu cheiro vem com o vento. Chega em uma tarde ensolarada de Recife.
Vezenquando você vem inteiro e vai me reconstruindo à mão.

Vezenquando eu bordo sonhos para mais tarde enquanto o agora brilha por si só.
Vezenquando o verso sai assim, despenca de mim feito as frases que eu te digo
madrugada afora.
Vezenquando eu penso tanto em você que parece que eu desacostumei com isso de nem pensar.
Vezenquando eu sou. Vezenquando, é pr´a você.
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Um comentário:

Mateus Henrique Zanelatti disse...

Senti como se você estivesse conversando com o mar.

::)